domingo, 27 de abril de 2014

Introdução ao estudo de arquivologia

PROGRAMA

UNIDADE 1- NOÇÕES FUNDAMENTAIS DOS ARQUIVOS
1.1- Conceituação, funções, fins, importância.
1.2- A lógica dos arquivos.
1.3- Classificação dos arquivos.
1.4- A arquivologia no contexto das ciências da informação: definição, evolução, aspectos filosóficos; reflexões sobre o caráter da arquivologia.
1.5- Terminologia arquivística.

  • UNIDADE 2 - HISTÓRIA DOS ARQUIVOS E DA ARQUIVOLOGIA
    2.1- Origem dos arquivos.
    2.2- Fases da história dos arquivos e da arquivologia.

  • UNIDADE 3 - O ENSINO E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ARQUIVISTA
    3.1- A evolução do ensino da Arquivologia.
    3.2- O profissional arquivista.

  • UNIDADE 4 - AS RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES DA ARQUIVOLOGIA
    4.1- Interfaces da arquivologia com outras ciências.

  • UNIDADE 5 - INSTITUIÇÕES ARQUIVÍSTICAS E DE DOCUMENTAÇÃO
    5.1- Definição e objetivos.
    5.2- Instituições arquivísticas nacional e internacional.
    5.3- Instituições de documentação nacional e internacional.

  • BIBLIOGRAFIA
    ARCHIVES NATIONALES DE FRANCE. Archives Nationales. Paris: Archives, 1980.
    ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS. Arquivologia: textos e legislação. Rio de Janeiro, 1979.
    ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS. Núcleo Regional de São Paulo. Estatutos. São Paulo, 1989..
    BOLETIM [DA] ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVÍSTAS BRASILEIROS. Rio de Janeiro: AAB, v.3, n.3, out./nov./dez. 1993.
    BELLOTTO, Heloísa Liberalli. As fronteiras da documentação. Cadernos FUNDAP. São Paulo. V.4, n.8, p. 12-16 abr. 1984.
    _____.Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991.
    BOLETIM DU CONSEIL INTERNACIONAL D’ ARCHIVES. Paris, n.14, jun.1980.
    BOLETIM IRNTERAMERICANO DE ARQUIVOS. Córdoba, n.1, 1974.
    BOTTINO, Mariza. Panorama dos cursos de Arquivologia no Brasil: graduação e pósgraduação. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro, v.15-32, p.12-18, jan./dez. 1994.
    CANADÁ. Arquivo Público. Departamento de Administração de Arquivos Correntes. Arquivos correntes: organização e funcionamento. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1975.
    CARACTERÍSYICAS y problemas de los archivos nationales latinoamericanos. Revista del Archivo General de la Nación, Buenos Aires, 1973.
    CARBONE, Salvatore. Curso extraordinário Panorama Arquivístico Internacional. Santa Maria. UFSM, jun. 1980.
    CASTRO, Astréa de Moraes e. Arquivo no Brasil e na Europa. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1973.
    CÓDIGO de ética. Boletim da Associação dos Arquivistas Brasileiros, Rio de Janeiro, v.6, n.3-4, jul./dez. 1996.
    Conseil international des archives. Section pour l’enseignement de l’archivistique et la formation dês archivistes. Études 6. Repertoire des écoles des cours de formation professionale d’archivistes. Koblenz, 1992.
    CONTINOLO, Giuseppe. Como organizar o arquivo. Lisboa: Fontes, 1975. 291p.
    CORTÉS, Vicenta. Archivos de España y América: materiales para un manual. Madri, Ed. de la Universidad Complutense, 1979.
    CURRÍCULO mínimo superior de arquivo. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro, v.2, n.1, p.11-21, abr.1974.
    DICIONÁRIO de terminologia Arquivística. São Paulo: AAB. Núcleo Regional de São Paulo, 1996.
    EMILIANE, Jorge Roberto. La ética profesional Del archivero. El mundo de los archivos, Córdoba, v.1, n.2, p.35-54, nov. 1981.
    ESPOSEL, José Pedro Pinto. Introdução à Arquivologia: roteiro de ensino. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 1980.
    ____.Os arquivos no Brasil: atualidade e perspectiva. Separata de SIMPÓSIO DOS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE HISTÓRIA, 6., 1973, São Paulo. Anais... São Paulo, 1973. v3.
    ____.Arquivos: uma questão de ordem. Niterói: Muiraquitã, 1994.
    EVANS, Frank B. Archivist and records managers: variations on a theme. The American Archivist, v.3, n.1, p.45-58, jan. 1976.
    FAVIER, Jean. Les archives. Paris: Presses Universitaire de France, 1965.
    GALLEGO DOMÍNGUES, Olga, LÓPEZ GÓMEZ, Pedro. Introducción na Arquivítica. Galícia: Anabad. Estúdios n.1.
    GOMES, Francelino Araújo, HELLUY, Hâmida R. Manual de arquivo e documentação. 4. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1976.
    GOMES, Hagar Espanha. Documentação e comunicação. Rio de Janeiro, FGV, 1973.
    JARDIM, José Maria. Novas perspectivas da Arquivologia nos anos 90. In: A INFORMAÇÃO: questão e problemas. Niterói: EDUFF, 1995. p.27-38. (Estudos e pesquisas, 1)
    KECSKEMÉTI, Charles. Argumentación em favor de uma enciclopédia em matéria de archivos. In: de archivos y archivistas: uma homenage a Aurélio Tanodi. Washington: OEA. 1987. p.96-101.
    KURANTOV. A. P. Progresso em la ciência administrativa de archivos. In: CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DA MESA REDONDA DOS ARQUIVOS, 8, 1976. Anais...Washington, 1976. p.34-97.
    HEREDIA HERRERA, Antonia. Archivística general: teoria y prática. Sevilha: Disputación Provincial de Sevilla, 1993.
    LIMA, Raul. O arquivo como elemento de comunicação. Curso informação, documentação, comunicação. Rio de Janeiro, FGV, 1972.
    LODOLINI, Elio. Questinoes básicas de la archivologia. Córdoba: Universidade Nacional de Córdoba, 1976.
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    LOPES, Luís Carlos. A Arquivística e a informática: novos desafios e velhos problemas. Niterói: EDUFF, 1995. p.51-60 (Estudos e pesquisas, 1)
    ____.A informação e os arquivos: teorias e práticas. Niterói: EDUFF, 1996.
    MACHADO, Helena Corrêa. O perfil do arquivista em traços preliminares. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA, 2. 1974. São Paulo. Anais... São Paulo, 1974. p.21-32.
    MAROT, P. Lês archives français de la Renaissance à la Revolution: lês feudistes. Paris: Archives Nationales de France, 1968. [Mimeogr.].
    MARQUANT, R. Os arquivos e as modernas pesquisas econômicas e sociais. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1960.
    MARTINS, Maria Helena Pires. A ética em questão. Palavra-chave, São Paulo, n.8, p.3-4, out. 1994.
    ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Classificação internacional uniforme das ocupações. Genebra, 1968.
    NAGEL, Rolf. Curso Extracurricular Documentação Pública: administração e arquivamento. Santa Maria: UFSM, set. 1980.
    ____.Dicionários de termos arquivísticos: subsídios para uma terminologia Arquivística. Bonn: Fundação Alemã para o Desenvolvimento Internacional. Salvador: Universidade Federal da Bahia, 1989.
    NAGEL, Rolf; RICHTER, Eneida Isabel Shirmer. Elementos de Arquivologia. Bonn: Fundação Alemã para o Desenvolvimento Internacional Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 1988.
    PAES, Marilena Leite. Arquivo. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1991.
    ____.Curso de Organização e Administração de Arquivos. Santa Maria. UFSM, maio 1978.
    SOBRIÑO PORTO, Vicente. Arquivos na velha Roma. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro, v.7, p. 23-7, abr. 1979.
    POSNER, Ernest. Alguns aspectos do desenvolvimento arquivístico a partir da Revolução Francesa. In: ADMINISTRAÇÃO de arquivos e documentação. Rio de Janeiro: FGV, 1964. p.59-72
    PRADO, Heloisa de Almeida. A técnica de arquivar. 3.ed. Ripo de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977.
    RODRIGUES, José Honório. A situação do Arquivo Nacional. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1959.
    RUÍZ RODRÍGUEZ, Antônio Angel. Manual de archivística. Madrid: Sínteses, 1995.
    SANDRI, Leopoldo. La stori degli archivi. In: CONGRÉS INTERNATIONAL DES ARCHIVES, 6, 1968, Paris. Anais... Paris: Presses Universitaire de France, 1968, p. 101-51.
    VALETTE, Jean-Jacques. O papel dos arquivos na administração e na política de pacificação nos países em desenvolvimento. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 1973.
    SANTOS, Maria Aparecida. Arquivos – viga mestre da informação. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro, v.5, n.3, p.4-10, dez, 1977.
    SCHELLENBERG, T. R. Arquivos Modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 1973.
    ____.Documentos públicos e privados: arranjo e descrição. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1963.
    ____.Manual de arquivos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1959.
    SILVA, Benedicto. Informação, documentação, comunicação. Rio de Janeiro: FGV, 1972.
    SILVA, Benedicto et al. Da documentação à informação. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1974.
    TANODI, Aurélio. Hacia um universalismo arquivístico. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro, v.4, n.1. 1976.
    ____.Manual de archivologia hispano-americana: teorias y princípios. Córdoba: Universidade Nacional de Córdoba, 1961.
    ____.El concepto de archivología. Santa Fé: Universidad Nacional del Litoral, 1960.
    TANODI DE CHIAPERO, Branka Maria. Sobre el concepto de archivo. In: De archivos y archivístas: una homenage a Aurelio Tanodi. Washington: OEA, 1987. p.165-72.
    TERMINOLOGIA Arquivística. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA, 1. Rio de Janeiro, 1972. Anais... Rio de Janeiro: AAB, 1974. p.108-17.
    ULIBARRI, George. Semelhanças e diferenças entre arquivos e bibliotecas. Washington, 1962. Separata de Inter American Review of Bibliography, Washington, v.12, n.3, p.169-78, jul./set. 1962.
    UNESCO, Terminologie de la documentacion. Paris, 1976.
    MALHEIRO DA SILVA, Armando et al. Arquivística: Teoria e prática de uma ciência da informação. Porto: Edições Afrontamento. 1999.
    AREVALO JORDAN, Victor Hugo. Teori, fundamentos y prática de la archivlogia. 4. ed. Santa Fé: Associación de Archiveros de Santa Fé. 1991.
    VAZQUEZ, Manuel. Introduccion a la Archivologia. Mercedes. Associacion Bonaerense de Archiveros. 1994.
    ROUSSEAU, Jean-Yves, COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 1998.
    DELSALLE, Paul. Une Historie l’Arcluvistique. Québec: Presse de l’ Université du Québec. 1998.
    INTERNATIONAL Council on Archives. The Profile of the Archivist. Munchem; New Providence; London; Paris: Saur, 2000. Archivum; vol. 45.
    CRUZ MUNDET, José Ramón. Manual de Archivística. Madrid: Ediciones Pirámide S. A. 1994.
    LODOLINO, Elio. Archivítica. Principie e problemis. Milano: Franco Angelo. 1984
    DODEBEI, Vera Lúcia Boyle. Os sentidos e o significado de documento para a memória social. 1997. ECO. UFRJ. Rio de Janeiro. P.103-165.
    LOPES, Luís Carlos. O arquivista hermeneuta. P.53-57. Cenário Arquivístico. Brasília, v.1, n.1. jan.-jun. 2002.
    BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Os desafios da formação dos modernos arquivistas. Cenário Arquivístico. Brasília, v.1, n.1, jan.-jun. 2002, p. 47-52.



  • Paleografia

    PROGRAMA

    UNIDADE 1 - NOÇÕES FUNDAMENTAIS DE PALEOGRAFIA
    1.1 - Definições, Objetivos, Objetivo formal, Histórico, Importância, Método.
    1.2 - Divisão da paleografia, Características do documento paleográfico.
    1.3 - Relação da paleografia com as outras ciências.
    1.4 - Materiais para a escrita e para escrever.
    1.5 - A escrita através dos tempos.

  • UNIDADE 2 - TIPOS DE ESCRITA
    2.1 - Escritas da antiguidade.
    2.2 - Tipos de escrita latina.

  • UNIDADE 3 - LEITURA DE DOCUMENTOS
    3.1 - Dificuldade para a leitura.
    3.2 - material base; tinta; vocabulário; grafia; abreviaturas; caligrafia.

  • UNIDADE 4 - TRANSCRIÇÃO PALEOGRÁFICA
    4.1 - Normas brasileiras para transcrição de documentos.

  • UNIDADE 5 - ANÁLISE PALEOGRÁFICA
    5.1 - Aspectos materiais, gráficos e complementares.

  • BILIOGRAFIA
    ÁLBUM DE PALEOGRAFIA. João José Alves Dias, Teresa Rodrigues, Oliveira Marques. Editorial Estampa. 1990.
    ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A escrita no Brasil Colonial: um guia para a leitura de documentos manuscritos. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco; Fundação Joaquim Nabuco. 1994.
    ARQUIVO Nacional. Marcas de Escravos. Rio de Janeiro. 1989.
    ARROYO, Leonardo. A Carta de Pero Vaz de Caminha. Edição Melhoramentos. 1971.
    BERWANGER, Ana Regina; FRANKLIN LEAL, João Eurípedes. Noções de Paleografia e Diplomática. Santa Maria: Editora UFSM. 1990.
    CERAM, C. W. Deuses Túmulos e Sábios. Círculo do Livro. 1067.
    FRANKLIN LEAL, João Eurípedes. Documentos Coloniais. Vitória: IJSN, 1979.
    ____ . Documentos Administrativos Coloniais. Vitória: IJSN, 1979.
    ____ . Aspectos Fundamentais da Escrita Gótica. 1994.
    ____ . Relações entre Escrita Gótica e Escrita Carolíngia. 1995.
    ____ . Glossário de Paleografia. Rio de Janeiro: ABB. 1994.
    ____ . A Paleografia e a evolução das Letras. Caderno de Arquivologia. Santa Maria: UFSM. N.1, 2002. 165-182 p.
    JORDÁN, Victor Hugo. Introducción a la Paleografia. Santa Fé, 1994.
    MILLARES CRALO, Agustín. Paleigrafia Española. Buenos Aires, Barcelona: Editorial Labor. 1929.
    NORMAS PARA TRNSCRIÇÃO DE DOCUMENTOS MANUSCRITOS. São Paulo: II Encontro Nacional de Paleografia e Diplomática, 1993.
    PALEOGRAFIA PORTUGUESA BÁSICA. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Série H, n.20, 1978.
    RICHTER, Eneida Isabel Schirmer Richter, FRANKLIN LEAL, João Eurípedes. Análise Paleográfica de Documentos relativos ao Rio Grande de São Pedro e à Colônia do Sacramento. Santa Maria: UFSM, 2000.
    ROMÁN BLANCO. Estudos paleográficos. Laserprint Editorial Ltda. 1987. 137p.
    ____ . Um Novo Tratado de Tordesilhas de 1494.
    OS VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA NA GUERRA DO PARAGUAI.
    TERRENO, Angel Riesco. Introducción a la Paleografia y la Diplomatica General. Madird: Editorial Sínteses. 1999.
    UNIVERSIDAD NACIONAL DE EDUCACIÓN A DISTANCIA. Paleografia y Diplomática. Madrid, 1995. v.1, v.2.
    ____ . Lâminas de Paleografia. Madrid. 1997.
    VOCABULÁRIO HISTÓRICO-CRONOLÓGICO DO PORTUGUÊS MEDIEVAL. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa. 1984.
    TANODI, Aurélio. Paleografia, Archivologia y los estúdios históricos en la Argentina. 1985.
    ZAMBEL, Miriam. Breve Histórico da Escrita. São Carlos, 1984.


  • Bases da GED

    PROGRAMA

    UNIDADE 2 - GESTÃO ELETRÔNICA DE DOCUMENTOS - GED
    2.1 - Evolução da GED.
    2.2 - A GED enquanto área de estudos.
    2.3 - Linhas de pesquisa em GED.
    2.4 - Universo de Normas para a GED.
    2.5 - Tecnologias de GED.
    2.6 - Documentos Digitalizados.
    2.7 - Documentos Eletrônicos/Digitais.
    2.8 - Bancos de Dados.

  • UNIDADE 3: SISTEMAS DE GED
    3.1 - Categorias de Sistemas de GED.
    3.2 - Sistemas de GED em Software Livre.
    3.3 - Aplicativos que corroboram para a GED.
    3.4 - GED/A - Arquivístico.

  • BIBLIOGRAFIA
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    CENADEM. O GED, plataforma e Software Livre. Jornal Mundo da Imagen. Nº 60, Nov/Dez, 2003, p. 1 - 9.

    CHARÃO, Andrea Schwertner, FLORES, Daniel, SANTOS, Flaviane Cezar dos.Análise de produtos para gerenciamento eletrônico de documentos. 2002.[On-line] < HYPERLINK "http://www.cinform.ufba.br/iv_anais/artigos/TEXTO09.HTM" http://www.cinform.ufba.br/iv_anais/artigos/TEXTO09.HTM >

    CIA - Conselho Internacional de Arquivos. Documentos de Arquivo Electrónicos: Manual para Arquivistas. Estudo nº 16 - Manual para Arquivos Electrónicos, Abril de 2005. Tradução do original: “Electronic Records: A Workbook for Archivists (ICA Study 16)”, disponível on-line: HYPERLINK "http://www.ica.org/biblio/ICAEstudo16_PT_4.pdf" http://www.ica.org/biblio/ICAEstudo16_PT_4.pdf .

    CONDE, Maria Luisa. Os Sistemas de Gestão de Documentos e as Novas Tecnologias. 2005. IV Seminário Internacional de Arquivos de Tradição Ibérica. ALA - Associação Latino Americana de Arquivos. 24-28 Out.05. Lisboa.

    COUTURE, Carol , Rousseau Jean-Yves. Os Fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998 p 61 - 73

    HEREDIA HERRERA, Antônia. Arquivos, documentos e informação. O direito à memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo, DPH/SM, 1991.

    ERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MORO CABERO, Manuela. 2002.Procedimientos de valoración documental. Salamanca: ACAL. 211 p. Il.

    LIANSÓ SANJUAN I, Joaquim. Gestión de documentos. Definición y análisis de modelos. Madrid. Universidad Carlos III. 1999.

    LIBRO BLANCO. El libro blanco del software libre en España. [en línea]. 2004. <http://www.libroblanco.com> [Consulta en: 20 de enero de 2004]
    LOPES, Luís Carlos. A gestão da Informação: as organizações, os arquivos e a informática aplicada. Rio de Janeiro: Arquivo Público do Estado de Rio de Janeiro, 1997 p.79 - 81
    ONDINELLI, Rosely Curi. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística. 1. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2002. 158p.

    SANTOS, Wanderlei Batista dos. Gestão de documentos eletrônicos: uma visãoArquivística. Brasília : ABARQ, 2002. 140p.

    TRAMULLAS, Jesús. Herramientas de software libre para la gestión de contenidos [en linea]. “Hipertext.net”, núm. 3, 2005. < HYPERLINK "http://www.hipertext.net/" http://www.hipertext.net >

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CARNICER ARRIBAS, M. Dolores. Norma ISO 15489 / Especificación MoReq: Relación y diferencias. Seminario de trabajo sobre la Norma ISO 15489: 2001. Madrid, 10 de diciembre de 2004. <http://www.fesabid.org/federacion/gtrabajo/aenor/seminario101204/lcarnicer.pdf>

    MOREQ. Especificação Moreq. Modelo de Requisitos para a Gestão de Arquivos Electrónicos. Bruxelles- Luxembourg, 2001. [on-line] <http://europa.eu.int/idabc/servlets/Doc?id=16849> IDA/Comissão Européia pela Cornwell Affiliates plc. Versão em Portugues.

    NORMA ISO 15489-1. International Standard - Information and documentation - Records management - Part 1: General. First edition: 2001-09-15. 26p.

    NORMA ISO 15489-2. Technical Report - Information and documentation - Records management - Part 2: Guidelines. First edition: 2001-09-15. 46p.

    NORMA ISO 23081-1. Information and documentation - Records management processes - Metadata for records -- Part 1: Principles. 20p. 2006-01-31.


  • Informação e linguagens documentárias

    CURRICULO

    UNIDADE 1 - A INFORMAÇÃO
    1.1 - Evolução teórica do estudo da informação.
    1.2 - Definição de informação.
    1.3.- Representação da informação.
    1.4 - Pressupostos da informação no interesse arquivístico.
    1.5 - A ciência da informação.

  • UNIDADE 2 - DOCUMENTO DE ARQUIVO
    2.1 – Conceito.
    2.2 – Classificação.
    2.2.1 - Quanto ao gênero.
    2.2.2 - Quanto a espécie.
    2.2.3 - Quanto a natureza do assunto.
    2.3 - Tipologia documental.

  • UNIDADE 3 - LINGUAGENS DOCUMENTÁRIAS
    3.1 - Natureza e funções.
    3.2 - Relações lingüísticas e documentação.

  • BIBLIOGRAFIA
    BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado/Imprensa Oficial, 2002.(Como fazer 8)
    CALDERON, W.R. Instrumentos de pesquisa nos arquivos públicos permanentes: um estudo sob a ótica da análise documentária. São Paulo, 2003. Dissertação (mestrado) Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo.
    CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília. v.25,n.3,set./dez. 1996.
    CINTRA, Ana Maria et. al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis: APB, 1994. (Coleções Palavra Chave, 4).
    ____. Linguagens documentárias e terminologia. In: ALVES, I.M. A construção da normalização terminológica no Brasil. São Paulo: FFLCH/CINTRAT, 1996. ( cadernos de terminologia, 1). P.17-22.
    COSTA, Célia Maria Leite; FRAIZ, Priscila Moraes Varella. Acesso à informação nos arquivos brasileiros. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v.2, n.3, p. 63-76, 1989.
    DOMÉNECH i FERNÁNDEZ, S. Tesaure BIMA. Barcelona: Arseiu Municipal de Barcelona [1993].
    ESPOSEL, José Pedro. O documento - esse frágil e decisivo esteio da administração. In: ________. Arquivos: uma questão de ordem. Niterói: Muiraquitã, 1994.
    FONSECA, Maria Odila. O direito à informação. Arquivo & História, Rio de Janeiro, n.2, p. 17-32, 1996.
    FUGUERAS, Ramón Alberch; CRUZ MUNDET, José Ramón. Archívese: los documentos del poder el poder de los documentos. Madrid: Alianza, 1999.
    GONÇALVES, Janice. Como classificar documentos. São Paulo: Arquivo de Estado/Imprensa Oficial, 1997.
    INFORMAÇÃO & INFORMAÇÃO, Londrina, v.2, n.2, jul./dez. 1997.
    _______________________. Londrina, v.3, n.1, jan./jun. 1998.
    KURAMOTO, Hélio. Uma abordagem alternativa para o tratamento e a recuperação da informação textual: os sintagmas nominais. Ciência da Informação, Brasília, v.25, n.2, p. 182-192. maio/ago. 1996.
    LE COADIC, Yves-Fançois. A ciência da informação. Tradução de Maria Yêda F. S. de Filgueiras Gomes. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
    LOPES, Luis Carlos. A gestão da informação: as organizações, os arquivos e a informática aplicada. Rio de Janeiro: Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, 1997.
    ____ . A imagem e a sombra da arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, 1998.
    ____ . A nova arquivística na modernização administrativa. Rio de Janeiro: Edil, 2000.
    MANFRIM, Flávia P. Braga. Representação de conteúdo via indexação automática em textos integrais em língua portuguesa. Ciência da Informação, Brasília, v.20, n.2, p. 191-203 , jul./dez. 1991.
    MARINHO JÚNIOR, Inaldo Barbosa. Arquivos e informação: uma parceria promissora. Arquivo & Administração, Rio de Janeiro, v.1, n.1, p. 15-32, jan./jun. 1998.
    MURGIA, Eduardo. A crise na informação. São Paulo: APB, 1994. (Ensaios APB, 4)
    NAKAYAMA, Haruka. Tradução e adaptação de tesauros. Ciência da Informação, Brasília, v.15, n.1, p. 5-35, jan./jun. 1986.
    NOVELLINO, Maria Salet Ferreira. Instrumentos e metodologias de representação da informação. Informação & Informação, Londrina, v.1, n.2, p. 37-45, jul./dez. 1996.
    PONJUÁN DANTE, Glória. Gestión de información em las organizaciones: princípios, conceptos y aplicaciones. Informação & Informação, Londrina, v.4, n.1, p. 62-63, jan./jun. 1999.
    REYES, Victório Rodriguez. Los servicios de información en el próximo milenio. INFOLAC, v.10, n.4, p. 4-12. oct./dic. 1997.
    RIBEIRO, F. Indexação e controle de autoridade em arquivos. Porto: Camara Municipal, 1996.
    SANTOS CANALEJO, E. C. La indezalión en la recuperación. Janus, n.1, p.116- 131,1998.
    SILVA, Armando Malheiro et. al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. Porto: Afrontamento, 1999.
    SOCIEDADE da informação no Brasil: livro verde. Organizado por Tadao Takahashi. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000.
    TARAPANOFF, Kira. Técnicas para tomada de decisão nos sistemas de informação. Brasília: Thesaurus, 1995.
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